quinta-feira, 14 de maio de 2009

Super Size _ A Dieta do Palhaço

As estratégias de venda de produto usadas pelo McDonald’s e por outras empresas do ramo de fast-food nos Estados-Unidos. As conseqüências causadas na sociedade americana devido à propaganda sedura, que visa alavancar cada vez mais o mercado das lanchonetes rápidas.
Apenas em Nova Iorque encontram-se mais de 80 lanchonetes do McDonald’s. Nota-se aí que a população das grandes metrópoles da América consome muita comida fora de casa. Cerca 40% das refeições são feitas na rua. Percebemos que grande parte da publicidade é voltada para seduzir crianças de 2 a 4 anos, a exemplo o Lanche-Feliz. A atenção para a preocupação com a saúde dessas crianças tem aumentada a cada dia.
Os fast-food são repletos de alto valor calórico presente desde batatas fritas geneticamente modificadas até refrigerantes que chegam a conter quase 2 litros em um único copo. É alarmante o índice de crescimento da obesidade na sociedade americana, um boom de gordura na vida dos habitantes, chamado por muitos médicos de epidemia de obesidade.
O protagonista do filme passa um mês comendo apenas no Mc em todas suas refeições. Quando iniciou o desafio estava com a saúde perfeita e ao decorrer das semanas foi piorando até quase desintegrar o seu fígado. Engordou 16kg durante o mês que comeu apenas nas lanchonetes de comida rápida.
A comida dessas lanchonetes também é muito barata. O número de usuários correntes dos estabelecimentos chega a mais de 70%. São empresas que costumam investir pesado em propaganda. O McDonald’s gastou 1,4 milhões de dólares em 2001 e a Hershey’s aparece com 200 mil.
É imprescindível mencionar que esse tipo de refeição feita com freqüência pode causar uma inúmera e desesperadora lista de doenças como câncer, diabetes e asma. Se você perguntar a qualquer nutricionista ele dirá que você deve evitar ao máximo manter uma dieta como base nesse tipo de refeição.

Um Lugar na Cabeça das Pessoas

Com base na obra Orientalismo de Edward Said podemos discutir sua relação com o filme: Um olhar estrangeiro. Em seu livro Said aborda o que é o Orientalismo na cabeça das pessoas. Quando se pensa em Oriente muitos imaginam pessoas com olhos puxados comendo coisas estranhas, como gafanhotos, e tocando grandes gongos. Esse lugar não existe concretamente. É um imaginário criado a partir do repertório que cada indivíduo possui sobre o que é este lugar. Como podemos falar ou até mesmo argumentar sobre algo que não conhecemos?
No filme estabelecemos uma relação semelhante. Pois, o mesmo tema é abordado tendo como pano de fundo o Brasil. Mas não a nação que eu e você conhecemos. Mas, aquela que há na mente das pessoas ao redor do mundo. Essa concepção do Brasil por aí a fora foi subsidiado por muitos filmes rodados aqui e ainda outros que afirmar em seu roteiro se passar no Brasil. Mas nem sequer foram feitos aqui quanto mais têm algo de nosso país nele. Cineastas que “tomavam seu café da tarde” na Europa decidem que vão fazer um filme e roda-lo aqui sem o mínimo de repertório sobre nossa cultura, sem o mínimo de respeito. Pois, não dão a mínima pra imagem errada, distorcida e preconceituosa muitas vezes, que vão passar do Brasil. E é através desses filmes que muitas pessoas têm uma idéia de como é nossa vida aqui. Ainda temos aqueles que acham que apenas jogamos futebol e nos divertimos o ano todo, constantes férias. Mesmo que eles sirvam para mostrar ao mundo que existimos e que possa de maneira indireta fomentar o desejo dos estrangeiros virem conhecer o país. Já chegam com o pé esquerdo, com uma expectativa que na maior parte das vezes é frustrada logo de cara.
Dessa mesma maneira outros lugares no mundo têm sua imagem difundida, mesmo que transmutada, ao redor dos continentes.
É praticamente absurdo e inconcebível esse conceito de Oriente. Podemos encontrar lá uma variedade de culturas gigantesca. Não dá pra generalizar tudo colocar dentro de um saco plástico e levar de novo pra Europa afirmando conter a essência oriental. A África já é uma fatalidade da Europa que simplesmente colonizou e a fatiou como bem entendeu. Quem menos tem voz lá são os que já viviam lá antes de serem colonizados pelos europeus. Pois bem, encontramos uma variedade de culturas muito grande. Existem mais de 200 dialetos em apenas um continente. É inaceitável coloca-los no mesmo “pacote” que os árabes, que possuem costumes e crenças absurdamente diferentes. A expansão tecnológica é outro fator determinante nessa diferenciação também. Porque se olharmos onde se encontra o avanço de tecnologia no Japão e compara-lo ao que existe, ou não existe na África. É realmente impossível afirmarmos que o Oriente existe como um lugar unificado.

O Indivíduo múltiplo

Um mesmo indivíduo pode apresentar atitudes controversas. Dependendo do contexto em que se encontra.
O sujeito era algo centrado e tudo era organizado a partir dele. A identidade algo imutável que se recebia ao nascer. Algo coerente e coeso. A identidade só se torna uma questão a partir do momento que está em crise. Mais tarde é acrescentado pelos sociólogos que o sujeito não é composto apenas de seus elementos interiores. Mas sim da relação interior e exterior.
E por fim esses conceitos sobre a identidade têm sido substituídos pela concepção de que um indivíduo armazena em si uma variedade de opiniões nem sempre coesas que se afloram de acordo com o contexto e necessidade.
Esses conceitos acima citados são baseados no livro Identidade Cultural do autor Stuart Hall. E a partir dele será relacionado com o filme: Crônica de um Verão de Jean Rouch e Edgar Morin na década de 60 que foi premiado no festival de Cannes. No filme várias pessoas são entrevistadas e fisgadas pela pergunta: Você é feliz? Que é apenas um mote para que ela se abra e fale sobre as questões de sua vida.
A felicidade não é um estado de espírito, mas um ideal a ser seguido. Como o ideal de beleza grego que servia apenas como referência. A felicidade é colocada em xeque por alguns dos entrevistados. Pois o modo de vida que muitos levavam na época, da Revolução Industrial, era extremamente frenético e repetitivo. Acordar, trabalhar e depois descansar para poder trabalhar novamente. Um deles até afirma que isto é trabalhar vinte e quatro horas por dia afinal. Outros buscam um modo de vida alternativo, passam momentos do dia sem fazer nada, arrumam coisas inúteis para fazer. É aí que começa a ser questionado se todos devem de fato seguir o “band wagon”. Um caso interessante de ressaltar é o de um operário que durante o horário de expediente é uma pessoa e a partir das 6:00 hs é outra bem diferente. O que já coloca em dúvida a afirmação iluminista sobre o indivíduo que é um ser imutável o tempo inteiro. Outro aspecto é a característica do ser moderno ser muito individualista. Tomemos o exemplo dos parisienses que trabalham arduamente o dia confinado em uma empresa para gastar seu salário comprando coisas que lhe proporcionem um status e uma suposta felicidade.
No filme é proposta um novo formato de cinema, o cinema verdade. Sem a ficção das histórias onde os personagens são os próprios atores em sua vida real. Mesmo não pode ser considerado uma verdade absoluta. Porque é uma verdade baseada na ótica dos cineastas. Sempre haverá uma manipulação das informações e do modo em que elas são apresentadas ao espectador.
Um personagem que ganha ênfase dos diretores é Landry um africano que vai para Paris é sofre esse choque entre as culturas e começa a questionar essas diferenças como a dos operários ali possuírem carro e saírem à noite, uma realidade bem diferente da vivida na África. Outra passagem interessante vivida pelo menino é quando se escandaliza com o toureiro que tortura o animal, e as pessoas admiram aquilo, e o menino questiona: E vocês ainda nos chamam de selvagens? Mais uma das experiências de Landry que deve ser comentada é sua crítica as roupas de banho usadas pelas pessoas em Saint Tropez que são os biquínis e ele novamente questiona: Temos lugares na África onde as pessoas cobrem seus sexos usando somente folhas, e qual a diferença entre aquilo e um biquíni?

O metrô da modernidade tardou a chegar a América Latina

Modernizar não é a meta mais prioritária em nosso continente latino-americano como muitos políticos, economistas e a publicidade afirmam. Aqui a modernidade chegou tardia não pode ser comparada à época e maneira como chegou aos continentes já desenvolvidos. Menos ainda se faz necessário falar de uma pós-modernidade. “Querem ensinar a fazer comida uma nação que não tem ovo na panela”. Pois, nem saímos da modernidade. Quando surge uma concepção ela nega a anterior. Porém, não a supera. Elas são sobrepostas, uma segrega a outra. Nossa modernização possui contradições e fracassos e estes devem ser interpretados profundamente.
A evolução traz consigo coisas como a desordem, o engarrafamento de trânsito, manifestações de protesto e a cidade é obrigada a dar conta de tudo isso. A relação do tradicional com a modernidade é complexa. O que é tradicional acaba não sendo totalmente apagado pela industrialização mas sendo acoplado a ela.
A modernidade deixa menor a função do popular e culto tradicionais, porém não os suprime. Dá uma nova dimensão a eles e também a outros como a cultura industrializada. Outro aspecto que precisa crescer neste momento é a economia. É necessário deixar para trás as antigas estruturas como alianças informais e corrupção.
Neste momento que vivemos a história toma rumos em muitas direções, toda conclusão está atravessada pela incerteza. O estado moderno não diz respeito unicamente a espaço de tempo. Mas uma condição que reúne as megalópoles, os campos e países subdesenvolvidos. O movimento modernizador criou novos fundamentalismos que podem ameaçar as nações envolvidas como também pode potencializá-las.
O conteúdo clássico acumulado passa a ser difundido não apenas por si mesmo. Mas ganha força e fraquezas sendo transferido para as tecnologias da informação como os PC’s. Propicia uma democratização da arte e uma glamurização do popular.

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Conceitos de Identidade

Para o Iluminismo a identidade era algo centrado, que possuía um núcleo interior e que surgia a partir do momento que o indivíduo nascia. Essa característica era “idêntico” a ele no decorrer da sua vida. O que mais importava num sujeito era sua identidade. Já o sujeito sociológico acrescenta que a identidade não era composta apenas dos elementos interiores de alguém, mas da relação entre o interior e o exterior.
O que se encontra no interior não basta para que haja consciência. Pois a modernidade é complexa para acreditar que só isso basta para compreendê-la. A personalidade é formada da relação com pessoas importantes para cada um. Agora essas coisas têm sido muito questionadas pelos pensadores de identidade.
Um sujeito não possui uma identidade única para todos os momentos da sua existência. Dependendo do momento e do contexto as características do indivíduo tomam formas diversas. As processos pós-modernos são mais ágeis e incontínuos. A globalização é dotada de movimentação e evolução rápida. O que hoje é novo, amanhã já se torna ultrapassado e esquecido. Venera-se o passado e os símbolos são reconhecidos porque possuem as experiências de gerações, segundo Giddens. “O impacto da mudança contemporânea tardia é amplo, caracterizada pela descontinuidade, na fragementação na ruptura e no deslocamento contêm uma linha comum” (Tomaz Tadeu da Silva, 1992, p18).
Com essa concepção de que a identidade é composta de várias posições muitas vezes até contraditórias vemos um exemplo real desse fato. O caso do Claurence Thomas que foi indicado por Bush em 1991 para a Suprema Corte americana. Thomas era um juiz negro de visões políticas conservadoras. Na visão de Bush os eleitores brancos (que poderiam ficar contra Thomas pela cor de sua pele) acabaram por apóia-lo devido a sua posição conservadora. E os negros o apoiaram por identificação com a cor da sua pele. Resumindo, o presidente usou de contextos diferentes de percepção da identidade de Claurence T.
Mas surgiu um problema no plano de Bush, quando o candidato dele foi acusado de assédio sexual a uma colega de menor classe social. Isso causou uma divisão na sociedade americana. Os negros acabavam apoiando ele baseando-se na questão da raça, outros contra levando em consideração a questão sexual. Assim aconteceu com as mulheres em relação a quem levava em conta as questões políticas ou as questões raciais. As identidades mudavam de posição mutuamente. Elas se contradiziam tanto na sociedade com na cabeça de cada indivíduo. Não há como definir uma identidade única. Pois, as pessoas levam em conta vários aspectos.

Nascimento e morte do sujeito moderno

O “sujeito humano” torna-se interativo e “centrado” na modernidade. Uma figura discursiva, cuja forma unificada e identidade racional eram pressupostas tanto pelos discursos do pensamento moderno quanto pelos processos que moldaram a modernidade, sendo-lhes essencial. (Tomaz Tadeu da Silva, 1991, p23).
O ser moderno é muito individualista. Antes a individualidade era de outro ponto de vista. Pois, na modernidade o individuo se vê livre de seus apoios estáveis nas estruturas e tradições. Uma ruptura no ciclo que é importante ressaltar é o nascimento do “sujeito soberano” entre o Humanismo Renascentista do século XVI e o Iluminismo do século XVIII.
Descartes falava sobre a substância pensante (mente) e a substância espacial (matéria), que é algo que tem incomodado a Filosofia desde então. O “indivíduo soberano” é o sujeito moderno em dois sentidos: do conhecimento e da prática. É questionável afirmar que o capitalismo buscou uma concepção de indivíduo soberano desse tipo.
O cidadão moderno rodeado de maquinarias burocráticas começou a ter uma noção mais social do sujeito. Mais definido dentro desse contexto. Duas coisas impulsionaram os conceitos de modernidade. Um foi à biologia sustentada por Charles Darwin. O outro motivo foi o aparecimento de novas ciências sociais. A figura desse indivíduo isolado, alienado é posto contra o fundo da metrópole anônima.

A globalização é um a força poderosa que desloca as identidades culturais nascionais em um complexo de processos e forças de mudança. Ela não é um fenômeno recente, tanto a têndencia à autonomia nacional quanto a têndencia à globalização estão profundamente enraizadas na modernidade.
O tempo e o espaço são também as coordenadas básicas de todos os sistemas de representação. Diferentes épocas culturais têm diferentes formas de combinar essas coordenadas. Todas as identidades estão localizadas no espaço e no tempo simbólicos. Podemos pensar nisso nos termos daquilo de Giddens, ele chama isso de separação entre espaço e lugar. O lugare permanece fixo, é nele que temos “raízes” e o espaço pode ser percorrido em um movimento rápido. Harvey chama isso de “destruição do espaço através do tempo”.
Colocadas acima do nível cultural nascional, as identificações globais cameçam a deslocar e, a apagar, as identidadas nascionais. Uma maior interdependência global está levando ao colapso de todas as identidades culturais fortes e está produzindo aquela fragmentação de códigos culturias.
Kenneth Thompson acredita que isso agora tem acontecido em escala global, o que poderiamos chamar de pós-moderno global. Os fluxos culturais criam possibilidades de envio para as mensagens e imagens, entre pessoas que estão bastante distantes umas das outras no espaço e no tempo. À medida em que as culturas nacionais tornam-se mais expostas a influências externas, é dificil conrservar as identidades culturais intactas ou impedir que elas se tornem enfraquecidas através do bombardeamento e da infiltração cultural.
Quanto mais a vida social se torna medida pelo mercado global de estilos e pelos sistemas de comunicação globalmente interligado, mais as identidades se tornam desvinculadores de tempo, lugar e cultura e parecem estar “livres pelo ar”. Juntamente com o consumismo global, as diferenças e as distinções culturias, que até então definiam a identidade, ficam reduzidas a uma moeda global, em termos das quais todas as tradições especícas e todas as diferentes identidades podem ser traduzidas. Este fenômeno é conhecido como “homogenização cultural”.
Em direção a homogenização global, há também uma fascinação com a diferença e com a mercantilização da etinia e da “alteridade”. Pode ser que a globalização não vá simplesmente destrir as identidades nascionais mas é possível que ela vá produzir, simultaneamente, novas identificações “globais” e novas identificações locais.
A globalização é desigualmente destribuida pelo mundo, Doreen Massey chama isso de “geometria do poder”. Isso seria divido em: o que é Ocidente e o que não é não é Ocidente. Embora o ele seja a periferia da globalização, por gostar de seus nativos apenas como puros e de seus lugares exóticos apenas como intocados, a globalização é um fenômenoa essencialmente Ocidental.
Existem três possíveis consequências da globalização. Primeiro; a Globalização caminha em parelelo com um reforço das identidades locais, segundo; a globalização é um processo desigual e tem sua própria “geomtria de poder” e tercceiro; a globalização retém alguns aspectos da dominação global ocidental, mas as identidades culturias estão, em toda parte, sendo relativizadas pelo impacto da compressão espaço-tempo.
Pessoas impulsionados pela pobreza, acabam por acreditar na mensagem do consumismo global e se mudam para locais de onde vêm os bens e onde as chamces dde sobrevivência são maiores. A formação de “enclaves” étinicos minoritário no interior dos estados-nação do Ocidente levou a uma pluralização de culturas nacionais e de identidades nacionais.
A continuidade e a história da identidade são questionadas pela imediatez e pela intensidade dos confrontos culturais globais com isso surge o alargamento do campo das identidades e uma proliferação de novas posições de identidade e a possibilidade de que a globalização possa levar a um fortalecimento de identiades locais ou à produção de novas identidades.
O que essas comunidades têm em comum, o que elas representam através da apreenção da identidade, não é que elas sejam a mesma coisa, mas que elas são vistas e tratadas como “a mesma coisa” pela comunidade. É a exclusão que fornece aquilo que Laclau e Mouffe chamam de “eixo comum de quivalência”.Tem um efeito pluralizante sobre as identidades, produzindo uma variedade de possibilidades e novas posições de identificação. Entretanto, seu efeito geral permanece contraditório.
A transição do produto desses complicados cruzamentos e misturas culturaisque são cada vez mais comuns num mundo globalizado. Estando destinada a acabar em suas raizes culturais, ou no desaparecimento atravéz sa assimilação e da homogenização.
Existem fortes tentativas para se recontruírem identidades purificadas, para se restaurar a coesão, o fechamento e a Tradição, frente ao hibridismo e a diversidade, por um fore revival do nacimento étnico, alimentado por idéias tanto de pureza racial quanto de ortodoxia religiosa.
A outra forma importante de revival do nacionalismo particculariata e do absoluto étnico e religioso é, o fenômeno do “fundamentalismo”. Buscam criar estados religiosos nos quais os princípios políticos de organização estejam alinhados com as doutrinas religiosas. A reafirmação de raízes culturais e o retorno á ortodoxia têm sido, desde há muito, uma das mais poderosas fontess de contra-identificação em muitas sociedades e religiões pós-coloniais e do Terceiro Mundo.
A tendência em direção à “homogenização global”, pois tem seu paralelo num poderoso revival da “etnia”, algumas vezes de variedades mais híbridas ou simbólicas. Baumam tem-se referido a esse “ressurgimento da etnia” como uma das principais razões pelas quais as versãoes mais extremas, desabridas ou indeterminadas do que aconte com identidade sob o impacto do “pós-moderno global”.
O apego ao local e ao particular dariam gradualmente vez a valores e identidades mais universalistas e cosmopolitas ou internacionais, seria “dissolvida” pela força revolucionária da modernidade.
Os deslocamentos ou os desvios da globalização mostram-se, afinal, mas variados e mais contraditórios do que sugerem seus protagonistas ou seus oponentes. A globalização pode acabar sendo parte daquele lento e desigual, mas contiado, descentramento do Ocidente, embora alimentada, sob muitos aspectos.

Marketing de Incentivo

O conceito que gira em torno do marketing de incentivo já existe á muito tempo como nas olimpíadas gregas os atletas que se destacavam ganhavam prêmios como coroas de oliveira. Não diferente disso, o incentivar os colaboradores através de ferramentas para alavancar as vendas, atingirem objetivos e metas através de prêmios e reconhecimento para aqueles que fizerem as melhores performances.
Há três características fundamentais que são motivação, reconhecimento e recompensa. Sem esses ingredientes o marketing de incentivo certamente será falho e acabará em desperdício de tempo e verba. Pois, para um bom resultado é necessário muito planejamento. Cada centavo deve ser aproveitado da melhor forma possível, porque não existe margem para erros nessa ferramenta do marketing promocional que vem ganhando força e confiança a cada dia na área de Recursos Humanos também.
O marketing de incentivo tem aspectos que o diferenciam como prazo limitado com as metas bem definidas. Ao contrário do marketing de relacionamento que visa criar vínculo com o público-alvo é um processo mais longo e pode englobar desde técnicas para incentivo tal como treinamento de pessoal.
Em 2004 esse braço do marketing gerou cerca 9,9 bilhões de reias no Brasil e no ano seguinte já tomava uma fatia de 15% dos investimentos em marketing promocional em nosso país. Empresas como McDonald’s, Ticket, General Motors, Banco Safra, DaimlerChrysler e Brastemp já provaram do poder positivo dessa estratégia. Uma das empresas pioneiras nesse ramo é a Incentive House que foi uma das primeiras a propor essa estratégia. Dos clientes que procuram as agências de marketing de incentivo 90% delas buscam o aumento nas vendas como principal objetivo.

Caso da rede de varejo Magazine Luiza - Fonte: RH CentralVeja o caso da rede de varejo Magazine Luiza, que desenvolve desde sua criação, campanhas de incentivo com o objetivo de reconhecer o desempenho dos colaboradores e melhorar dos resultados comerciais. Como explica Telma Geron, diretora de Recursos Humanos do Magazine Luiza, todo colaborador tem participação nos resultados comerciais da empresa, com um percentual que varia de acordo com a sua atuação direta ou indireta nas vendas. Para incentivar esta participação, são desenvolvidas ações específicas, como o Programa Superávit do Lucro de Gestão, que premia as lojas que apresentam superávit de lucratividade; a Olimpíada do Bilhão, prêmios mensais, bimestrais e anual, que teve como objetivo incentivar o alcance da meta de R$ 1 bilhão de faturamento em 2004; a Operação Bumerangue, pontuação por conquista e manutenção de clientes; o Pula Meio, para vendedores que superam sua meta de vendas; e a Copa dos Campeões, para alcançar a meta de R$ 2 bilhões de faturamento em 2005. "Para garantir a integração e o sucesso do trabalho, mantemos a política de comunicação direta. Para isso, são utilizados todos os canais – encontros, seminários, reuniões periódicas, veículos de comunicação (jornais internos, intranet, e-mails e folders específicos)",

O trabalho desenvolvido para o McDonald’s envolve centenas de colaboradores e incentiva a formação novos talentos
O esforço para planejar e executar cada trabalho é semelhante à disputa na Copa do Mundo. Diferente de uma agência de publicidade, que trabalha com uma conta por um período maior, a Incentive chega a atender a mais de 200 clientes em sistema de jobs. Trabalha-se com células de trabalho, formado por três atendimentos, um assistente e um trio de criação. Os criativos são diferentes dos que trabalham em agências de publicidade porque tratam a criação com a responsabilidade do resultado. Eles podem ser artistas, tem que ser inovadores e podem criar peças brilhantes, mas nada adianta se o resultado não acontecer. Por isso, eles também se envolvem com as metas.

Trabalho focado no público interno. Em diversos trabalhos começa-se por cuidar dos problemas internos, fazendo um trabalho de endormarketing. Nada adianta fazer um trabalho para o consumidor se o público interno não está preparado para recebê-lo de uma forma diferente. Um dos grandes projetos que começa em casa é o MC em Ação, desenvolvido para o McDonald’s.O projeto de relacionamento envolve todos os funcionários dos restaurantes da rede em diversas ações. Uma delas é o All Star, que premia os maiores destaques em cada área: o melhor atendente, o melhor caixa, o que melhor frita batatas, o que melhor faz o milk shake. São mais de 30 categorias. Os colaboradores competem primeiro no restaurante, depois por região, até chegar à disputa nacional envolvendo 180 funcionários. Eles são avaliados pela empresa em condições normais de trabalho, da onde são escolhidos os 30 melhores do Brasil, que recebem bolsa de estudo e prêmios. Neste ano, ano eles irão para Copa. Hoje existem muitos funcionários da rede que um dia já foram All Star.

Muitos procuram aplicar a motivação apenas quando precisam alavancar as vendas. Mas, isso deveria ser diferente é preciso que ela esteja presente todo o tempo e quando necessário aplicar ações específicas para aumentar os resultados.

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Mídia Digital

A mídia digital é extramamente eficaz, desde que usada de forma correta. Algumas das formas de se difundir um Blog, um Fotolog ou até mesmo um Site na internet são: Viral, Marketing Direto, e através de Mídia Espontânea.

A palavra Viral vêm obviamente de vírus e no contexto da web significa que seu endereço on-line vai chamar a atenção de pessoas que são consideradas gate-keepers (formadores de opinião) e elas vão difundir seu conteúdo pela web como um vírus. Um amigo vê passa para outro e assim vai, criando uma corrente de contatos.

O Marketing Direto é o relacionamento pessoal com o público-alvo a ser atingido extremamente direcionado esse meio de difusão usa a linguagem e pensa da maneira como o cliente pensa. Para fisgá-lo e manter um relacionamento com ele.

A Mídia Espontânea ocorre quando os outros por vontade própria divulgam seu conteúdo sem cobrar por isso. Por ex: Quando alguém dá uma entrevista e está com uma camiseta de uma empresa. Essa empresa não pagou por isso. Mas, mesmo assim ganha espaço na mídia e na mente dos prospects.

Complot (www.tenemosunplan.com) - Levis Dangerous Liaisons

Vídeo Premiado no Festival de Propaganda de Cannes. A trama é meticulosamente dirigida e rica em detalhes, que de forma sintética resumem a História do Jeans e ainda promovem a Levi's passando o conceito de que melhor que Levi's somente a pele. Vale a pena fazer uma decupagem!

A Nova Pangea

No princípio do Universo todos os continentes eram um só. Que com o tempo se partiram criando os 5 continentes habitados distintos: Ásia, África, Oceania, Europa e América (do sul, do norte e central); ainda temos o Pólo Sul e Pólo Norte.
Com a evolução dos meios de comunicação ao longo da História chegamos a comunicação digital, que revolucionou os modos de se comunicar algo e têm ganhado força e eficiência a cada dia. Esse novo meio além de proporcinar praticidade na leitura também contribue para um mundo mais sustentável. Pois, podemos ler na tela do monitor evitando o gasto indevido de papel.
A comunicação digital também facilita a comunicação entre os povos. Em vários aspectos isso é notável. Ela agiliza os processos que outrora demoram muito tempo para serem resolvidos e hoje podem ser resolvidos em questões de segundos. Ajuda no desenvolvimento pessoal de cada indivíduo, ajuda o desenvolvimento dos países. As pessoas podem se comunicar em tempo real até mesmo uma conversação audio-visual pode ser estabelecida. Com custos relativamente muito reduzidos.
A comunicação digital une o mundo como se vivessemos novamente em uma Pangea. Estamos todos ligados através da cibernética.

The New Pangea

On the beginning of the Universe all the continents was just one. But the time has separated them an became 5 continents with citizens: Asia, Africa, Europe and America (south, north and central); and still we have North Polo and South Polo.
The communication is evoluting between History, and now we have the digital communication, that has been transformed the way to communicate something and has received forces and efficience on each day. These new way is bringing practicity on reading texts also contribues with sustentability. We can read on the monitor and avoiding printing a lot of paper.
The digital communication also helps the conversation between the nations. On much ways you can see it. It acelerate the process that once upon a time was too much long to be finished and now in seconds you have the solution. Helps in single evolution, helps the development of countries. People can talk in real time on a audio-visual conversation. And the costs of it are so short.
The digital communication join the World as we could live on a New Pangea. We're al connected through the cybernetic world.